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O peso invisível de ser imigrante

Entre a coragem de recomeçar, a saudade, a pressão financeira e as incertezas de viver longe de casa, existe um peso que nem sempre aparece nas histórias de sucesso. Às vésperas do Setembro Amarelo, a Cia Brasil abre espaço para
Editorial

O peso que a gente nem sempre conta

Existe um tipo de força que muitos imigrantes conhecem bem. É aquela que levanta cedo, trabalha cansada, resolve problema em outro idioma, cuida da família daqui e ainda carrega preocupação com quem ficou no Brasil. Por fora, tudo parece seguir.

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✨ #TBT de uma capa que marcou uma linda trajetória!

Hoje relembramos com carinho a nossa querida anunciante Rosane Bird, que foi destaque na Cia Brasil Magazine contando sua história, seu crescimento e seu trabalho dedicado à autoestima e ao bem-estar de tantas mulheres. 💜

E essa história continua!

Rosane Bird é especialista em Brazilian Camouflage Technique para estrias, cicatrizes, leucoderma e vitiligo, além da Realistic 3D Areola Reconstruction, um trabalho que une técnica, cuidado e sensibilidade.

📍 Rosane Bird Paramedical Tattoo
2440 Sandy Plains Road
Bldg 21, Unit 100
Marietta, GA 30066

📞 (770) 882-5976

Da nossa capa para uma trajetória que continua crescendo. Parabéns, Rosane! É uma alegria para a Cia Brasil Magazine acompanhar e divulgar o trabalho de empreendedores brasileiros que fazem a diferença em nossa comunidade. 🇧🇷🇺🇸

Leia todas as edições em nosso portal www.BrasilMagazineAtlanta.com
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770.256.4524
magazine@ciabrasilatlanta.com
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#TBT #CiaBrasilMagazine #RosaneBird #BrazilianBusiness MariettaGA AtlantaBrasileiros ParamedicalTattoo

✨ #TBT de uma capa que marcou uma linda trajetória!

Hoje relembramos com carinho a nossa querida anunciante Rosane Bird, que foi destaque na Cia Brasil Magazine contando sua história, seu crescimento e seu trabalho dedicado à autoestima e ao bem-estar de tantas mulheres. 💜

E essa história continua!

Rosane Bird é especialista em Brazilian Camouflage Technique para estrias, cicatrizes, leucoderma e vitiligo, além da Realistic 3D Areola Reconstruction, um trabalho que une técnica, cuidado e sensibilidade.

📍 Rosane Bird Paramedical Tattoo
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🚨 DOLLY PARTON MORRE AOS 80.
EM UMA AMÉRICA DIVIDIDA, ELA ERA UMA DAS POUCAS FIGURAS QUE AINDA CONSEGUIAM UNIR OS DOIS LADOS.

A morte de Dolly Parton foi confirmada nesta terça-feira, 25 de agosto, por sua família e por seu publicista. A cantora, compositora, atriz, empresária e filantropa morreu aos 80 anos, em Nashville, Tennessee.

Até o momento, a família não divulgou oficialmente a causa da morte. Segundo Reuters e Associated Press, Parton morreu em paz. Por isso, qualquer informação específica sobre a causa deve ser tratada com cautela até confirmação oficial.

Nascida no Tennessee em 1946, Dolly saiu de uma família de 12 filhos e construiu uma carreira de quase seis décadas. Vendeu mais de 100 milhões de discos, conquistou 11 Grammys e escreveu clássicos como “Jolene”, “Coat of Many Colors” e “I Will Always Love You”.

Mas seu impacto ultrapassou os palcos.

📚 Em 1995, criou a Dolly Parton’s Imagination Library, programa que envia livros gratuitamente para crianças pequenas e que já distribuiu centenas de milhões de exemplares em vários países.

🎢 Também ajudou a transformar Dollywood, no Tennessee, em um dos destinos turísticos mais conhecidos do Sul dos Estados Unidos.

Seu marido, Carl Dean, com quem foi casada por quase 60 anos, morreu em março de 2025. Nos últimos meses, Dolly havia falado publicamente sobre problemas de saúde e reduzido algumas aparições, mas continuava trabalhando em novos projetos.

Dollywood informou que seguirá aberto e pretende manter vivo o legado de “alegria, esperança e união” que Dolly defendia.

Em uma América cada vez mais dividida, Dolly ocupava um espaço raro: era admirada por diferentes gerações, regiões e posições políticas.

👇 O que você acha que explica isso? O que falta hoje para que figuras públicas consigam unir pessoas tão diferentes?

📲 Siga @atlantabrazilianbusiness para notícias verificadas e histórias que marcam nossa comunidade.
@ciabrasilantantamagazine 

Fontes: Reuters • Associated Press • CNN Brasil • Folha de S.Paulo • Dollywood • Dolly Parton’s Imagination Library

🚨 DOLLY PARTON MORRE AOS 80.
EM UMA AMÉRICA DIVIDIDA, ELA ERA UMA DAS POUCAS FIGURAS QUE AINDA CONSEGUIAM UNIR OS DOIS LADOS.

A morte de Dolly Parton foi confirmada nesta terça-feira, 25 de agosto, por sua família e por seu publicista. A cantora, compositora, atriz, empresária e filantropa morreu aos 80 anos, em Nashville, Tennessee.

Até o momento, a família não divulgou oficialmente a causa da morte. Segundo Reuters e Associated Press, Parton morreu em paz. Por isso, qualquer informação específica sobre a causa deve ser tratada com cautela até confirmação oficial.

Nascida no Tennessee em 1946, Dolly saiu de uma família de 12 filhos e construiu uma carreira de quase seis décadas. Vendeu mais de 100 milhões de discos, conquistou 11 Grammys e escreveu clássicos como “Jolene”, “Coat of Many Colors” e “I Will Always Love You”.

Mas seu impacto ultrapassou os palcos.

📚 Em 1995, criou a Dolly Parton’s Imagination Library, programa que envia livros gratuitamente para crianças pequenas e que já distribuiu centenas de milhões de exemplares em vários países.

🎢 Também ajudou a transformar Dollywood, no Tennessee, em um dos destinos turísticos mais conhecidos do Sul dos Estados Unidos.

Seu marido, Carl Dean, com quem foi casada por quase 60 anos, morreu em março de 2025. Nos últimos meses, Dolly havia falado publicamente sobre problemas de saúde e reduzido algumas aparições, mas continuava trabalhando em novos projetos.

Dollywood informou que seguirá aberto e pretende manter vivo o legado de “alegria, esperança e união” que Dolly defendia.

Em uma América cada vez mais dividida, Dolly ocupava um espaço raro: era admirada por diferentes gerações, regiões e posições políticas.

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AROUND THETOWN | CIA BRASIL MAGAZINE 🇧🇷🇺🇸
Nossas Celebridades do mês!

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#CiaBrasilMagazine  #Atlanta #BrasileirosNosEUA #celebrity

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🚨 O EVENTO ERA SOBRE O FUTURO DAS CRIANÇAS. EM MINUTOS, MARIETTA VIROU PALCO DA DISPUTA POLÍTICA NACIONAL.
@atlantabrazilianbusiness

A visita para apresentar as “Trump Accounts” reuniu discurso político, apoiadores e manifestações nas proximidades da Wheeler High School.

Nesta quarta-feira, 22 de julho, o presidente Donald Trump promoveu o programa federal de investimento para crianças. Segundo o Tesouro, há 6,5 milhões de inscrições, incluindo 1,5 milhão de crianças elegíveis ao depósito único de US$ 1.000.

Segundo o IRS, essa contribuição é destinada a crianças cidadãs americanas, com Social Security Number válido, nascidas entre 2025 e 2028.

Trump também atacou o senador democrata Jon Ossoff, apoiou candidatos republicanos da Geórgia e falou sobre imigração, eleições e economia. O candidato a governador Rick Jackson prometeu buscar uma contribuição estadual adicional de US$ 1.000 para crianças elegíveis, caso seja eleito.

Segundo o Marietta Daily Journal, mais de 100 manifestantes protestaram nas proximidades da Wheeler High School, enquanto, dentro do ginásio, Trump foi recebido por uma plateia de apoiadores. As imagens mostram o forte contraste entre o ambiente interno e as manifestações do lado de fora.

O protesto próximo à escola foi divulgado como “No Kings in Cobb County”, organizado localmente pelo Indivisible Cobb e ligado ao movimento nacional “No Kings”, de oposição às políticas e ações do governo Trump.

Na mesma data, mensagens sobre “Um Dia Sem Imigrantes” circularam nas redes, mas não há dados oficiais de adesão nem confirmação de vínculo entre essa mobilização e o protesto junto à escola.

A escola é frequentada por muitos estudantes brasileiros, mas não há confirmação de que esses alunos tenham participado do evento ou dos protestos.

Quando uma agenda presidencial em uma escola pública reúne política social, discurso eleitoral e manifestações do lado de fora, isso fortalece a democracia ou transforma a educação em palco partidário?

#AtlantaBrazilianBusinessNews #Marietta #CobbCounty #WheelerHighSchool #TrumpAccounts NoKings

🚨 O EVENTO ERA SOBRE O FUTURO DAS CRIANÇAS. EM MINUTOS, MARIETTA VIROU PALCO DA DISPUTA POLÍTICA NACIONAL.
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A visita para apresentar as “Trump Accounts” reuniu discurso político, apoiadores e manifestações nas proximidades da Wheeler High School.

Nesta quarta-feira, 22 de julho, o presidente Donald Trump promoveu o programa federal de investimento para crianças. Segundo o Tesouro, há 6,5 milhões de inscrições, incluindo 1,5 milhão de crianças elegíveis ao depósito único de US$ 1.000.

Segundo o IRS, essa contribuição é destinada a crianças cidadãs americanas, com Social Security Number válido, nascidas entre 2025 e 2028.

Trump também atacou o senador democrata Jon Ossoff, apoiou candidatos republicanos da Geórgia e falou sobre imigração, eleições e economia. O candidato a governador Rick Jackson prometeu buscar uma contribuição estadual adicional de US$ 1.000 para crianças elegíveis, caso seja eleito.

Segundo o Marietta Daily Journal, mais de 100 manifestantes protestaram nas proximidades da Wheeler High School, enquanto, dentro do ginásio, Trump foi recebido por uma plateia de apoiadores. As imagens mostram o forte contraste entre o ambiente interno e as manifestações do lado de fora.

O protesto próximo à escola foi divulgado como “No Kings in Cobb County”, organizado localmente pelo Indivisible Cobb e ligado ao movimento nacional “No Kings”, de oposição às políticas e ações do governo Trump.

Na mesma data, mensagens sobre “Um Dia Sem Imigrantes” circularam nas redes, mas não há dados oficiais de adesão nem confirmação de vínculo entre essa mobilização e o protesto junto à escola.

A escola é frequentada por muitos estudantes brasileiros, mas não há confirmação de que esses alunos tenham participado do evento ou dos protestos.

Quando uma agenda presidencial em uma escola pública reúne política social, discurso eleitoral e manifestações do lado de fora, isso fortalece a democracia ou transforma a educação em palco partidário?

#AtlantaBrazilianBusinessNews #Marietta #CobbCounty #WheelerHighSchool #TrumpAccounts NoKings
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CIA BRASIL MAGAZINE | Desde 2001 em Atlanta
Chegamos ao fim da Copa que provou uma coisa para o mundo inteiro: futebol e moda já não se separam mais.

No último dia da FIFA World Cup 2026, fica um detalhe impossível de ignorar. O Brasil voltou a influenciar o jeito que o mundo se veste, mesmo fora da final.

A camisa de futebol deixou de ser apenas uniforme de torcida e virou peça de estilo. E quem ajudou a empurrar essa mudança com mais força foi a estética brasileira: cor, atitude, sensualidade equilibrada, conforto e uma forma muito própria de transformar o casual em presença.

Nesta Copa, vimos camisas combinadas com alfaiataria, jeans de corte reto, saias, tênis brancos, blazers leves e acessórios marcantes. O que antes parecia simples demais virou tendência global. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não exporta só futebol. Exporta imagem,  na coluna Cia Fashion, pela colunista Jô Carine Molina.

Confira a matéria completa na edição impressa da Cia Brasil Magazine ou em nosso portal online.
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#CiaFashion #FIFAWorldCup2026 #WorldCupFinal #Brazilcore #SportChic

CIA BRASIL MAGAZINE | Desde 2001 em Atlanta
Chegamos ao fim da Copa que provou uma coisa para o mundo inteiro: futebol e moda já não se separam mais.

No último dia da FIFA World Cup 2026, fica um detalhe impossível de ignorar. O Brasil voltou a influenciar o jeito que o mundo se veste, mesmo fora da final.

A camisa de futebol deixou de ser apenas uniforme de torcida e virou peça de estilo. E quem ajudou a empurrar essa mudança com mais força foi a estética brasileira: cor, atitude, sensualidade equilibrada, conforto e uma forma muito própria de transformar o casual em presença.

Nesta Copa, vimos camisas combinadas com alfaiataria, jeans de corte reto, saias, tênis brancos, blazers leves e acessórios marcantes. O que antes parecia simples demais virou tendência global. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não exporta só futebol. Exporta imagem, na coluna Cia Fashion, pela colunista Jô Carine Molina.

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#CiaFashion #FIFAWorldCup2026 #WorldCupFinal #Brazilcore #SportChic
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Hoje não termina só um campeonato. Termina uma Copa que provou uma coisa para o mundo inteiro: futebol e moda já não se separam mais.

No último dia da FIFA World Cup 2026, fica um detalhe impossível de ignorar. O Brasil voltou a influenciar o jeito que o mundo se veste, mesmo fora da final.

A camisa de futebol deixou de ser apenas uniforme de torcida e virou peça de estilo. E quem ajudou a empurrar essa mudança com mais força foi a estética brasileira: cor, atitude, sensualidade equilibrada, conforto e uma forma muito própria de transformar o casual em presença.

Nesta Copa, vimos camisas combinadas com alfaiataria, jeans de corte reto, saias, tênis brancos, blazers leves e acessórios marcantes. O que antes parecia simples demais virou tendência global. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não exporta só futebol. Exporta imagem, comportamento e referência cultural.

A brasileira não veste camisa de seleção apenas para torcer. Ela veste para comunicar identidade. Talvez seja exatamente por isso que, em mais um Mundial, o estilo brasileiro ganhou espaço nas ruas, nos estádios, nos restaurantes, nos encontros entre amigos e nas redes sociais do mundo inteiro.

A Copa acabou. Mas a influência brasileira no estilo de torcer continua.

Texto completo na coluna Cia Fashion, por Jô Carine Molina.
Confira a matéria na edição impressa da Cia Brasil Magazine ou em nosso portal online.
E para você: o que venceu nesta Copa fora de campo, o uniforme tradicional ou o sport chic com alma brasileira?

#CiaFashion #FIFAWorldCup2026 #WorldCupFinal #Brazilcore #SportChic ModaNaCopa TorcerComEstilo CiaBrasilMagazine ModaBrasileira

Hoje não termina só um campeonato. Termina uma Copa que provou uma coisa para o mundo inteiro: futebol e moda já não se separam mais.

No último dia da FIFA World Cup 2026, fica um detalhe impossível de ignorar. O Brasil voltou a influenciar o jeito que o mundo se veste, mesmo fora da final.

A camisa de futebol deixou de ser apenas uniforme de torcida e virou peça de estilo. E quem ajudou a empurrar essa mudança com mais força foi a estética brasileira: cor, atitude, sensualidade equilibrada, conforto e uma forma muito própria de transformar o casual em presença.

Nesta Copa, vimos camisas combinadas com alfaiataria, jeans de corte reto, saias, tênis brancos, blazers leves e acessórios marcantes. O que antes parecia simples demais virou tendência global. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não exporta só futebol. Exporta imagem, comportamento e referência cultural.

A brasileira não veste camisa de seleção apenas para torcer. Ela veste para comunicar identidade. Talvez seja exatamente por isso que, em mais um Mundial, o estilo brasileiro ganhou espaço nas ruas, nos estádios, nos restaurantes, nos encontros entre amigos e nas redes sociais do mundo inteiro.

A Copa acabou. Mas a influência brasileira no estilo de torcer continua.

Texto completo na coluna Cia Fashion, por Jô Carine Molina.
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E para você: o que venceu nesta Copa fora de campo, o uniforme tradicional ou o sport chic com alma brasileira?

#CiaFashion #FIFAWorldCup2026 #WorldCupFinal #Brazilcore #SportChic ModaNaCopa TorcerComEstilo CiaBrasilMagazine ModaBrasileira
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Hoje não termina só um campeonato. Termina uma Copa que provou uma coisa para o mundo inteiro: futebol e moda já não se separam mais.

No último dia da FIFA World Cup 2026, fica um detalhe impossível de ignorar. O Brasil voltou a influenciar o jeito que o mundo se veste, mesmo fora da final.

A camisa de futebol deixou de ser apenas uniforme de torcida e virou peça de estilo. E quem ajudou a empurrar essa mudança com mais força foi a estética brasileira: cor, atitude, sensualidade equilibrada, conforto e uma forma muito própria de transformar o casual em presença.

Nesta Copa, vimos camisas combinadas com alfaiataria, jeans de corte reto, saias, tênis brancos, blazers leves e acessórios marcantes. O que antes parecia simples demais virou tendência global. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não exporta só futebol. Exporta imagem, comportamento e referência cultural.

A brasileira não veste camisa de seleção apenas para torcer. Ela veste para comunicar identidade. Talvez seja exatamente por isso que, em mais um Mundial, o estilo brasileiro ganhou espaço nas ruas, nos estádios, nos restaurantes, nos encontros entre amigos e nas redes sociais do mundo inteiro.

A Copa acaba hoje. Mas a influência brasileira no estilo de torcer continua.

Texto completo na coluna Cia Fashion, por Jô Carine Molina.

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E para você: o que venceu nesta Copa fora de campo, o uniforme tradicional ou o sport chic com alma brasileira?

#CiaFashion #FIFAWorldCup2026 #WorldCupFinal #Brazilcore #SportChic ModaNaCopa TorcerComEstilo CiaBrasilMagazine ModaBrasileira

Hoje não termina só um campeonato. Termina uma Copa que provou uma coisa para o mundo inteiro: futebol e moda já não se separam mais.

No último dia da FIFA World Cup 2026, fica um detalhe impossível de ignorar. O Brasil voltou a influenciar o jeito que o mundo se veste, mesmo fora da final.

A camisa de futebol deixou de ser apenas uniforme de torcida e virou peça de estilo. E quem ajudou a empurrar essa mudança com mais força foi a estética brasileira: cor, atitude, sensualidade equilibrada, conforto e uma forma muito própria de transformar o casual em presença.

Nesta Copa, vimos camisas combinadas com alfaiataria, jeans de corte reto, saias, tênis brancos, blazers leves e acessórios marcantes. O que antes parecia simples demais virou tendência global. E o Brasil, mais uma vez, mostrou que não exporta só futebol. Exporta imagem, comportamento e referência cultural.

A brasileira não veste camisa de seleção apenas para torcer. Ela veste para comunicar identidade. Talvez seja exatamente por isso que, em mais um Mundial, o estilo brasileiro ganhou espaço nas ruas, nos estádios, nos restaurantes, nos encontros entre amigos e nas redes sociais do mundo inteiro.

A Copa acaba hoje. Mas a influência brasileira no estilo de torcer continua.

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E para você: o que venceu nesta Copa fora de campo, o uniforme tradicional ou o sport chic com alma brasileira?

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